Renato Marçal
Engenheiro responsável pela vertical de zero-trust e identidade. Doze anos em arquitetura de segurança, ex-líder técnico em consultoria internacional sediada em São Paulo.
Pórtico Zero existe há doze anos. Começamos como dois analistas de resposta a incidentes em um escritório compartilhado em Pinheiros. Hoje somos uma operação técnica com vinte e oito profissionais, dois centros de operação, e uma forma específica de pensar segurança que herdamos das primeiras campanhas que conduzimos.
Os primeiros contratos vieram de empresas que tinham sido atacadas e queriam entender o que havia acontecido — não vender segurança a partir do medo. Essa diferença persistiu. Não fazemos demonstrações com cenários assustadores. Apresentamos modelos de ameaça contextualizados ao negócio do cliente e deixamos a leitura do risco com quem é responsável por ele.
A operação cresceu com base em indicações entre responsáveis técnicos. Em doze anos, contratamos apenas seis profissionais por meio de processos seletivos externos. Os demais vieram de equipes de clientes, de comunidades técnicas brasileiras ou de pesquisas conjuntas com universidades.
Continuamos pequenos por escolha. Cada engajamento tem um responsável técnico sênior nominal. Esse profissional permanece desde o diagnóstico inicial até o desligamento contratual — mesmo que isso signifique recusar contratos em janelas de capacidade lotada.
Quatro convicções que orientam decisões técnicas e contratuais. Quando há tensão entre elas e o pedido do cliente, conversamos antes de continuar.
Toda autorização precisa de justificativa contextual. Acesso herdado é vetor de ataque herdado. Programas zero-trust não são produto: são uma mudança de premissa que se traduz em arquitetura.
Trabalho não documentado não é auditável e, portanto, não é seguro. Nossos entregáveis são escritos para resistir a leitura cruzada de equipe técnica, auditor externo e regulador.
Existem nichos que conhecemos a fundo e nichos onde indicamos parceiros melhores. A honestidade técnica preserva a confiança do mercado — e preserva nosso próprio padrão de entrega.
O modelo de retainer prevê acompanhamento técnico nos primeiros noventa dias após qualquer implantação, sem cobrança adicional. Mudanças de postura aparecem cedo, e queremos estar disponíveis para corrigir o curso.
Não vendemos medo. Vendemos clareza técnica em um campo dominado por ruído comercial.
Os quatro responsáveis técnicos que assinam pelo padrão de entrega da operação. Cada um conduz uma vertical da prática.
Engenheiro responsável pela vertical de zero-trust e identidade. Doze anos em arquitetura de segurança, ex-líder técnico em consultoria internacional sediada em São Paulo.
Coordenadora da equipe de plantão. Background em forense computacional pela Polícia Federal, com atuação em casos de fraude eletrônica em escala industrial.
Arquiteto do centro de operações em Curitiba. Pesquisador em detecção comportamental e autor de regras adotadas em comunidades abertas de threat hunting.
Advogada técnica e DPO certificada. Conduz a interface entre operação cibernética e exigências da ANPD, BACEN e autoridades setoriais brasileiras.
Pontos verificáveis na história da casa. Documentação técnica e contratos referenciais disponíveis sob solicitação fundamentada.